Caminho inverso: ‘made in USA’ para o Brasil

Caminho inverso: ‘made in USA’ para o Brasil

Viviane Faver e
Martha Imenes

Empreender não é tarefa fácil, seja no Brasil ou fora dele, mas é o sonho de muitas pessoas que encontram em seu próprio negócio a oportunidade de crescer profissionalmente e concretizar projetos. E foi exatamente a busca por novos caminhos que levou Alcinda Saphira e Louis Ventura, 10 anos atrás a juntarem as economias e abrir uma galeria de arte integrada em Nova York, nos Estados Unidos. A Shaphira&Ventura Gallery, na 43th Street, em Manhattan.
A dupla tomou medidas inovadoras: além de fazer exposições com obras de artistas brasileiros na galeria em NY, ainda presta consultoria (coach) para artistas que queiram ganhar o mercado internacional.
“Auxiliamos no marketing internacional do artista, administramos a carreira, fazemos contatos com assessorias de imprensa, editorias, entre outras coisas”, conta Louis Ventura, que é foi professor de Economia da FGV e hoje dá aulas online.
No entanto, acrescenta Alcinda, que é artista plástica, não é qualquer candidato que recebe orientação. Primeiro a International Art Society – que é a empresa de coach – avalia minuciosamente o portfólio, caso seja aprovado, uma equipe começa o planejamento de marketing e elabora a plataforma de negócios.
EXPANSÃO
A ideia deu tão certo que a empresa vai fazer o caminho de volta: em 20 de janeiro de 2019 a Fábrica Bhering, na Zona Portuária do Rio, vai receber uma filial da Saphira&Ventura.
A empresa, que começou com investimento inicial de US$ 18 mil há dez anos, hoje está avaliada em US$ 7 milhões. E o investimento valeu a pena. De acordo com o sócio, Louis Ventura, o retorno veio em três anos e desde então a empresa atingiu um lucro anual de 300%.
E as expectativas dos sócios são promissoras; mesmo com a expansão para outros países – além do Rio e São Paulo, Cingapura, Paris, Munique, Mônaco, Dubai e Madri -, a projeção de alta é de 20%. “A projeção não é maior devido aos gastos que empresa fará este ano para expandir em outras cidades”, conta Ventura.
NEGÓCIO
Os empreendedores dão a dica para quem quiser investir na terra do Tio Sam. Como o governo norte-americano não libera empréstimos com facilidade, os futuros empresários precisam apresentar um projeto voltado para ações sociais e mostrar que o negócio tem algo a oferecer ao país, como geração de empregos. “Desta forma, o governo americano apoia e libera o financiamento”, orienta Ventura.
“Não existe sorte na terra do Tio Sam, 90% dos profissionais são extremamente focados, determinados e trabalham duro, e seguem as normas do mercado”, diz Ventura.
“Nos Estados Unidos é diferente do Brasil, onde tudo é ‘engessado’ e o governo não ajuda em nada, no final das contas os empresários brasileiros são obrigados a ‘dar um jeito’”, lamenta Ventura.
E completa: o governo brasileiro apoiava e financiava galerias para que participassem de feiras como incentivo a arte, e isso não acontece mais. O resultado, segundo ele, é que galerias brasileiras não têm dinheiro e o Brasil está fora do circuito de arte.

Para visto permanente, a saída é empreender

Martha Imenes

Para brasileiros que desejam sair do país e começar uma vida nova nos Estados Unidos, uma boa dica é a prorrogação do prazo para requerer o visto EB-5, ou visto de investidor, que garante visto permanente nos Estados Unidos com a contrapartida de investimento em projetos. O sucesso veio para pelo menos 280 brasileiros em 2017 que se mudaram para os EUA. O visto pode ser requerido até 7 de dezembro. Os interessados podem investir um mínimo de US$ 500 mil no programa.
Nos primeiros 24 meses, há o visto temporário, e após este tempo, é possível requisitar o visto permanente. O tempo de dois anos é determinado para que o dinheiro captado tenha gerado pelo menos dez postos de emprego em regiões estadunidenses.
Ana Elisa Bezerra, vice-presidente da LCR Capital Partners, que presta consultoria sobre projetos EB-5, alerta que esta prorrogação é importante para quem pode garantir o aporte de US$ 500 mil até dezembro. O valor não sofre reajuste desde os anos 90. “Uma das mais prováveis mudanças será o reajuste do valor mínimo de investimento, por isso a prorrogação oferece um bom momento para quem deseja aplicar para este visto”.
Um ponto destacado por Tadeu Ferreira, da LFA – Leaf, Ferreira de Araújo, especialista em Imigração, que reside em Miami, existem outras alternativas para quem não tem tanta grana para investir. O visto H1B, por exemplo, é conhecido como a “loteria do visto”, e é um dos mais procurados. Nessa modalidade o candidato precisa ser bacharel em áreas que tenham atuação nos EUA, como por exemplo, professor. “É importante destacar que neste caso é preciso de um ‘patrocinador’. Ou seja, alguém que contrate esse trabalhador”, conta o advogado. Esse tipo de visto vale inicialmente por três anos e pode ser prorrogado por mais três. Caso o sortudo seja sorteado pelo governo, ele recebe o green card.
Outra forma de ir para os EUA é com o visto F1, que é o de estudante. Mas nesse caso não dá direito a green card e quando acabar o curso, caso não consiga um trabalho no país, o retorno ao Brasil é certo. Para o F1 é preciso ainda demonstrar que tem condições financeiras para estar no país durante o curso. E isso não é nada barato. “São necessários cerca de US$ 1,5 mil para despesas do curso, mais outros US$ 1,5 mil para pagar um aluguel e os gastos com alimentação e transporte, que deve dar em torno de US$ 500”, explica Ferreira. Essa continha, no barato, dá uns US$ 60 mil de gastos por ano.
O chamado ‘visto de investidor’ para conseguir o green card teve o Brasil pelo terceiro ano consecutivo como país onde o consumidor mais busca esse tipo de empreendimento. Em 2017, o país mais procurado voltou a ser os EUA, onde brasileiros investiram US$ 37 bilhões, gerando mais de 74 mil empregos segundo levantamento da U.S. Bureau of Economic Analysis.

Colaborou: Edda Ribeiro

Centro Médico Patrícia Coelho tem programação especial no Outubro Rosa

Centro Médico Patrícia Coelho tem programação especial no Outubro Rosa

Por Martha Imenes

Saúde em primeiro lugar, certo? E os cuidados alinhados com estética e psicologia formam um trio perfeito!

No mês de outubro o Centro Médico Patricia Coelho está comemorando 14 anos e está brindando clientes e amigos com vários workshops, que são gratuitos e têm vagas limitadas.

No dia 20 é a vez da conscientização do câncer de mama, que infelizmente ainda mata muitas mulheres, principalmente por causa do desconhecimento.

As inscrições podem ser feitas pelo WhatsApp: 96488-9004, ou diretamente na recepção da clínica.

Para finalizar o dia,  show com a Cantora Mira Callado.

AÇÃO SOCIAL
A clínica estará recolhendo doações de fralda geriátrica (tamanho P e M), lenço umedecido  ou pomada de assadura, para serem doados a instituição D. Meca.

PROGRAMAÇÃO:
9h – Aula de Alongamento
Prof. Roberta Pires Miranda

9h30– Tema: “Como utilizar a aromaterapia na estética e bem-estar com óleos essenciais”
Palestrante: Esteticista Maria Alice Casqueira

10h – Tema: “Acupuntura: Uma aliada no tratamento do câncer”
Palestrante: Acupunturista Danielle Nascimento Lima

10h30 – Tema: “Cuidados com a voz”
Palestrantes: Fonoaudiólogas Elizabeth Almeida e Laudelina de Mello

11h  – Tema: “Alimento funcional na prevenção do câncer de mama”
Palestrantes: Nutricionistas Marcela Maluf, Lidyane Lopes e Paula Cavalcante

11h30 – Gastronomia funcional na prevenção do câncer de mama.
Aula prática com degustação: Nutricionista Livia Louzada

12h30 – Tema: “O papel da psicologia na prevenção, na descoberta e no tratamento do Câncer de mama”
Palestrantes: Psicólogas Edilane Paula e Fabiana dos Santos

13h– Gastronomia Funcional na prevenção do câncer de mama.
Aula prática com degustação: Nutrichef Dani Peixoto.

SE LIGUEM NAS DICAS

Durante todo o evento o Centro Medico oferecerá: degustação de produtos naturais; distribuição de brindes e sorteios; podologia; embelezamento das mãos e maquiagem.

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Reforço no segmento de proteção contra incêndio

Reforço no segmento de proteção contra incêndio

Por Martha Imenes

As novidades no setor brasileiro de proteção e combate a incêndio podem ser encontrados na Feira Internacional de Segurança e Proteção (Fisp), que vai até esta sexta-feira em São Paulo. Uma das vedetes do evento é a norte-americana Victaulic, que fornece uniões mecânicas para tubulações, o que possibilita rapidez na instalação e aumenta a segurança no trabalho.

“Participar da Fisp é importante para que as novas soluções da Victaulic sejam conhecidas em todas as regiões do país. O evento reúne profissionais e prestadores de serviços de várias cidades brasileiras, por isso nosso time está muito entusiasmado para apresentar as inovações técnicas para o público que visitar o nosso estande”, afirma o gerente de Divisão da Victaulic na América do Sul, Pablo Del Hoyo.

A área de atuação da companhia inclui os setores de óleo e gás, químicos, mineração, geração de energia, tratamento de água potável e residual, naval, assim como construções civis comerciais e proteção contra incêndio. Locais onde a segurança de tubulações é imprescindível, como no caso dos sprinklers, componente do sistema de combate a incêndio que descarrega água quando é detecta que uma temperatura predeterminada foi excedida.

Durante o evento, na cidade de São Paulo, a equipe da empresa apresentará novidades no portfólio, com destaque para os sistemas FireLock™ IGS Installation-Ready™ e o acoplamento de sprinklers Modelo V9. Os dois sistemas, segundo informações da própria companhia, podem ser instalados sem o uso de ferramentas ou treinamento complicado.