Farm abre loja em NY e mira mais três cidades nos EUA

Farm abre loja em NY e mira mais três cidades nos EUA

Por Viviane Faver
Uma das mais famosas marcas de roupas, a carioca Farm, inaugurou sua primeira loja internacional no Soho, em Nova York no final de abril. E já tem previsão para inauguração da segunda no dia 10 de julho em Los Angeles, e terceira no mês de setembro, em Miami. E até o final do ano a marca pretende abrir a quarta loja no Texas.
E os planos não param por aí: no meio de toda essa expansão, e empresa iniciará vendas para China através da plataforma online T-Mall, com planos de entrar em breve no mercado europeu, segundo a diretora criativa da Farm, Kátia Barros em entrevista ao DIA.Ela conta que a empresa enxerga Nova York como a plataforma de lançamento para a expansão global, iniciando esse processo pela cidade americana que é a capital de negócios. “O bairro escolhido, o Soho, especificamente é a vizinhança perfeita para alcançarmos os novaiorquinos e também turistas”, diz.

“Com a abertura da loja do Soho, além de ampliar a visibilidade da marca, possibilitamos que os consumidores experimentem a a marca de uma maneira imersiva e muito especial”, conta Kátia.

O projeto criado pelo Marcelo Rosenbaum traz para NY toda a energia brasileira e cria um ambiente acolhedor. A diretora da marca acrescenta que o público alvo em Nova York são mulheres autênticas, solares, de espírito jovem e que buscam marcas que estão alinhadas com o seu estilo de vida.

“A coleção que está à venda na loja do SoHo foi desenvolvida com foco nas especificidades do mercado americano, com a temática Spring Summer 19, destacando o que Farm tem de mais original: a estamparia”, acrescenta.

No entanto como toda boa expansão requer cuidados e muito estudo, Kátia explica que o processo de internacionalização da marca se iniciou a mais de dois anos. “Durante esse tempo, estudamos o mercado e o consumidor americano para traçar a melhor estratégia de produto e negócio. Trabalhamos com um esforço coletivo de equipes internas e externas”, finaliza.

Edição Martha Imenes
EUA são o principal mercado para sapatos brasileiros

EUA são o principal mercado para sapatos brasileiros

Viviane Faver/ODIA
As marcas de sapatos brasileiras irão se beneficiar da renovação de contrato entre a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), que ocorreu na quarta-feira passada, na 51ª Francal, em São Paulo, obtendo mais oportunidades para vendas e exportação para os Estados Unidos. Segundo o diretor-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, contou ao https://odia.ig.com.br/  que serão R$ 30,8 milhões investidos em ações nos próximos dois anos. Desses, R$ 16 milhões são provenientes da agência e R$ 14 milhões são contrapartida das empresas participantes.

Os Estados Unidos são o principal mercado para o calçado brasileiro no exterior mantendo a posição há 20 anos, de acordo com a responsável pelo mercado internacional da associação, Ruisa Korndorfer Scheffel. “No princípio, as exportações, na década de 70, chegaram a responder por 70% do total gerado pelos embarques. O país segue como principal mercado internacional, porém respondendo por uma fatia menor, de cerca de 20% (em valores)”, conta Ruisa.

No entanto, ela acrescenta que mercado norte-americano é também muito competitivo. “Todas as grandes marcas do mundo têm interesse de atingir o consumidor americano. Os Estados Unidos é vitrine mundial”, afirma. Por isso ela alerta sobre a importância o perfil do cliente americano. “O cliente norte-americano tem uma gama enorme de marcas de diferentes países a disposição, por isso as marcas brasileiras precisam mostrar que possuem um diferencial e que é um atrativo para o seu público final”, orienta.

A maior parte dos produtos brasileiros estão concentrados na Costa Oeste, por ser local de realização de uma das maiores feiras do mundo voltada para esse setor, a FN Platform, em Las Vegas.

Números de exportação e negócios

No mês de maio, conforme dados da Abicalçados, os norte-americanos importaram 782 mil pares de calçados, pelos quais foram pagos US$ 14,7 milhões. Os resultados são superiores tanto em volume (63,7%) como em receita (80%) na relação com igual período do ano passado. Com isso, no acumulado dos cinco meses do ano, os Estados Unidos já somaram 5,6 milhões de pares importados do Brasil, pelos quais foram despendidos US$ 84,76 milhões, incrementos de 31,2% em pares e de 43,4% em receita no comparativo com período correspondente do ano passado.

O presidente-executivo da Abicalçados, Heitor Klein, destaca que a guerra comercial, instalada entre Estados Unidos e China, tem feito com que os norte-americanos – que representam o maior mercado consumidor de calçados do planeta – substituam seus fornecedores, buscando importações em outros países. “Os Estados Unidos importam mais de 2,3 bilhões de pares por ano, mais de 70% deles da China. Então o impacto é muito significativo”, explica Klein, para quem o mercado brasileiro tem plenas capacidades de absorver boa parte da demanda norte-americana. Nos últimos cinco meses, continua o executivo, as vendas de calçados chineses para os Estados Unidos caíram mais de 70%.

Estados brasileiros

Nos cinco primeiros meses do ano, o maior exportador de calçados do Brasil seguiu sendo o Rio Grande do Sul, de onde partiram 12,17 milhões de pares por US$ 181,23 milhões, altas de 11,8% em pares e de 2,7% em receita. O segundo exportador foi o Ceará. Nos cinco meses, os calçadistas cearenses exportaram 19,53 milhões de pares por US$ 115,8 milhões, incrementos de 5,6% e de 15,4%. No terceiro posto apareceu São Paulo, de onde partiram 3,3 milhões por US$ 44,18 milhões, incremento de 10,1% de volume e queda de 4,4% em receita.

Edição: Martha Imenes
Mulheres preciosas: designers brasileiras fazem mostra de joias em NY

Mulheres preciosas: designers brasileiras fazem mostra de joias em NY

Por Viviane Faver

As pedras brasileiras se destacam em joias produzidas por mulheres brasileiras e “desfilam” em Nova York, para encantamento dos norte-americanos, que veem nas peças a oportunidade de ter um produto que alia beleza, pedras de alto valor e metais nobres, como ouro e prata, e o mais importante: são exclusivas. E para dar espaço a essa beleza produzida por brasileiras, no final de abril, a Cidade da Maçã sediou a exposição Collect Brazilian Jewelry, que ocorreu na galeria One Art Space, em Tribeca, Manhattan.
O evento teve a participação de 20 mulheres joalheiras de diferentes partes do Brasil, que mostraram sua produção e experimentaram a arte de fazer negócios no setor de joalheria no mercado internacional. A exposição teve como tema Empoderamento da Mulher e exibiu peças criadas especialmente para o evento compostas com o melhor do ouro, prata e pedras preciosas brasileiras.
Dorine Botana, de São Paulo, curadora e organizadora do evento, conta que criou o coletivo Collect Brazilian Jewelry com intuito de juntar grupos de designers brasileiros e mostrar uma joalheria autoral fora do Brasil. É importante destacar que as peças exclusivíssimas são produzidas com esmeraldas, rubis, pérolas, diamantes, entre outras, além de ouro e prata. Ou seja, quem comprar uma das joias não corre o risco de encontrar uma “gêmea” por aí.
“O designer brasileiro é muito criativo e diversificado, por isso muito bem apreciado e aceito tanto na Europa como nos Estados Unidos”, avalia Dorine, que em 19 anos já produziu eventos na Suécia, França, Dinamarca, Hungria, República Checa, Itália, Espanha e Portugal.

Uma janela de oportunidades
E não é hoje que as joias brasileiras são muito bem reconhecidas em países estrangeiros. Esse fator somado à crise no Brasil favorece a ideia de investir em exposições nos grandes centros como Nova York. Para se ter uma ideia, o Brasil está no ranking dos 15 maiores produtores de peças em ouro, com um total de 22 toneladas de joias criada e comercializadas, segundo dados apurados pelo Instituto Brasileiro de Gemas e Materiais (IBGM), que agrega 261 indústrias ligadas ao mercado de joias.

Montar uma exposição com objetivo de alavancar negócios e reconhecimento em Nova York não é tarefa fácil. Dorine explica, com exclusividade, como funciona. O custo inicial para participar do evento desse porte gira em torno de US$5 mil e oferece retorno estimado em até 50%. Mas, diz Dorine, os benefícios vão além do dinheiro. “O expositor que faz esse tipo de negócio esta em busca de reconhecimento da sua marca e, porque não, a chance de expandir permanentemente seu negócio em terras internacionais”, avalia.
E por que Nova York? A curadora e organizadora do evento é direta: visibilidade. Nova York é uma ampla vitrine para produtos e serviços brasileiros. Por isso a seleção dos expositores é bem rigorosa. “São feitas avaliações do trabalho do designer e é imprescindível que as peças sejam únicas e feitas a mão”, explica.

Mostra no exterior garante maior visibilidade às joias
Designers brasileiras contam como é participar de um evento no exterior e todo o processo de produção das peças. Entre as 20 participantes, três se destacam mais pela sua originalidade e o uso de diferentes técnicas usadas nas construções das jóias.
Produtora da coleção Desigual, onde todas as peças foram influenciadas pela natureza, Maria Antonia Antonelle, também de São Paulo, gemóloga de formação, já expôs na França, Itália, Iugoslávia, Emirados Árabes. Maria Antonelle afirma que estar na mídia internacional é ter acesso ao mundo da joalheria. É também ser reconhecido no Brasil, pelo trabalho realizado fora.
“É mais marketing do que venda, e Nova York é um grande centro de negócio, onde tudo acontece. E como não poderia deixar de ser arte na joalheria. O país tem grande potencial para o cliente que deseja ter uma joia exclusiva com sua características pessoais”, avalia.
Cabe ao curador selecionar as peças a serem expostas. Maria Antonia conta que somente podem participar da exposição joalheria autoral e com peças únicas. “É esse o diferencial. O cliente estrangeiro valoriza a exclusividade e considera joalheria como arte. No Brasil existem clientes com esse perfil, mas em número muito menor. O mercado joalheiro no Brasil gira em torno do modismo”, afirma.
E acrescenta: “A curadora pesquisa os países, faz contatos com curadores de galerias e com a mídia que faz a divulgação do evento tanto no Brasil como no país da exposição. Além, de providências como vitrines, coquetel, catálogos. E antes disso faz a seleção dos designers e a assinatura do contrato”.
A designer Telma Aguiar, de Fortaleza, concorda com Maria Antonia, e acrescenta que além dos os clientes europeus e americanos apreciarem as peça atemporal e diferente, não pedem descontos e valorizam bastante o joalheiro.
“Já o cliente brasileiro quer o que está na moda, muitas vezes pede para fazer uma cópia, não valoriza muito o joalheiro, pedem muitos descontos e querem quase sempre parcelar”, lamenta a designer.
Telma que completou sua 16ª exposição internacional em Nova York, já esteve na Alemanha, Espanha, Portugal. Ela desenvolveu uma coleção especial para NY chamada Jardim – que teve como inspiração o cuidado pessoal, do relacionamento e do amor próprio para enfrentar os desafios do dia a dia como mulher.
Telma, que também trabalha como bancária, analisa a crise no Brasil como uma época de incertezas que o país vem atravessando nos últimos anos, que faz com que os consumidores e varejistas tenham mais cautela ou até mesmo pensar em paralisar os planos de expansão de um negócio.

“O mercado de joias tem as perspectivas positivas, mas é necessário ter uma variedade de portfólio, percepção da qualidade dos produtos por parte dos consumidores, qualidade da matéria-prima disponível, variedade dos canais de venda e demanda interna aquecida”, avalia Telma.
O processo evolutivo das matérias primas dos metais e gemas brasileiros foi o que impulsionou a carreira da designer Berta Antunes, de Araruama, na Região dos Lagos (RJ). Especialista em trabalhar com prata pura, ela começou sua carreira fazendo essas experimentações.
Berta participou anteriormente com a mesma produtora do grupo de trabalho da Collect Brazillian Jewelry, em Paris, na Joaillerie Contemporaine D’auteur au Carrousel Du Louvre, em 2018.
A inspiração da sua coleção foi influenciada pelo artesanato da cestaria que reflete a importância da atividade feminina no processo de evolução cultural, como a trama, enredo, e fios entrelaçados revelando a delicadeza e força feminina.
Os principais desafios, segundo Berta, é driblar o preconceito que ainda existe no mercado e conseguir verba para bancar o alto custo da empreitada fora do Brasil, esse valor varia de US$ 2 mil a US$ 5 mil, com retorno em torno de até 50% do valor investido. Mas, segundo ela, vale a pena fazer esse investimento. “O retorno é mais sobre a divulgação, que vai gerar maior reconhecimento para suas peças”, avalia.
“Naturalmente, o Brasil possui excelentes artistas que não conseguem sobreviver economicamente a estas demandas mercadológicas. O mercado é cruel com os produtores de arte em todas as instâncias e há uma corrente preconceituosa em todas as linguagens artísticas penalizando-nos, inclusive”, finaliza.

Edição: Martha Imenes

Registro de marcas terão que sair em até 18 meses

Por Martha Imenes/O DIA

Os processos de registro de marcas devem ficar mais rápidos. Na última quinta-feira o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o texto do Protocolo de Madri sobre registro de marcas. Mas o que isso significa? O protocolo em questão acelera os procedimentos e permite que a propriedade intelectual seja reconhecida simultaneamente nos vários países que fazem parte do acordo (PDC 860/17). Na prática o encurtamento, digamos assim, do prazo que hoje varia de 24 a 48 meses para 18 meses facilitará o processo para empresas brasileiras que querem se expandir e internacionalizar a marca. Assim como para quem quer investir no Brasil vai diminuir o tempo da burocracia do registro. Pela proposta, o escritório nacional, que no Brasil é o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), vai encaminhar o pedido de registro de marca para a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), que fica em Genebra, na Suíça.

Desta forma, fica a cargo deste órgão o processo de registro da marca nos outros países membros do protocolo. A medida visa diminuir os gastos das empresas, que incluem o pagamento de taxas e contratação de advogados, entre outras coisas, para realizar o registro de marcas.

“A adesão do Brasil será um marco para a internacionalização das marcas brasileiras porque estimulará, facilitará e impulsionará o registro de marcas brasileiras no exterior e, por consequência, serão ampliados, tanto a comercialização internacional de produtos e serviços, como os investimentos nacionais em outros mercados e vice-versa”, avalia Vanessa Gaeta, especialista em Propriedade Intelectual do escritório Daniel Advogados, do Rio.

Dados divulgados durante o congresso da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI), em agosto de 2018, informam que o Sistema de Madri abrange 121 países. Esse grupo é detentor de 80% do comércio global. No total, são mais de 206 mil titulares de marcas, sendo que 79% têm apenas um ou dois registros.

VANTAGENS

1 – Redução de prazo para um ano e meio (18 meses) para o titular alcançar o exame de mérito junto ao INPI, o que aceleraria o processo e também aumentaria a previsibilidade sobre a aprovação para o titular do pedido;

2 – Ingresso do Brasil em um tratado que facilita o acesso a grandes mercados para estimular as exportações, ampliando a competitividade em um mercado globalizado;

3 – Redução dos custos do processo de registro de marcas no exterior, beneficiando o avanço das exportações entre pequenas e médias empresas brasileiras;

4 – Simplificação do registro em muitos países pela formulação de um só pedido, além da necessidade de pagar uma única taxa para esse processo;

5 – Otimização do tempo de registro, que não precisaria mais ser feito em jurisdições diferentes, com traduções para idiomas locais e a contratação de procuradores constituídos em cada um dos países em que a empresa tem interesse;

6 – Registro internacional válido por 10 anos, com renovação permitida pelo mesmo período múltiplas vezes. Após cinco anos, independência em relação ao registro no país de origem.

Brincadeira de criança que virou coisa séria: Lego Serious Play

Brincadeira de criança que virou coisa séria: Lego Serious Play

Por Martha Imenes/O DIA

Uma brincadeira de criança ficou séria e ganhou o mundo dos negócios e hoje é uma poderosa ferramenta para a resolução de problemas empresariais: o Lego. Quem não se lembra das peças que montam cenários e controem cidades e tudo mais? Pois bem, de uns tempos pra cá, a ferramenta tem sido usada por grandes empresas em todo o mundo para simular e antecipar situações e com isso buscar soluções, evitar problemas e garantir melhor rendimento.

Para conhecer um pouco mais sobre essa brincadeira séria, neste sábado, Mônica Assis, uma das maiores especialistas brasileiras no assunto, da ConverGente, fala sobre o LSP no Foco ADM, jornada de empreendorismo que começa às 13h e terá quatro horas de duração, na Cobertura CoWorking, que fica na Rua da Alfândega 108, no Centro. Para mais informações é só ligar para 3176-0071.

E como funciona na prática? O método está baseado em quatro etapas que irão conduzir os participantes a uma jornada para resolução do problema.

1ª Etapa

A primeira etapa é a fase de fazer a pergunta. Nesse momento apresenta-se o problema, o desafio não pode ter soluções óbvias ou mesmo resposta correta. Esse é o momento em que se coloca sobre a mesa a pergunta-problema. Para que a jornada aconteça de maneira orgânica, a descrição do desafio precisa estar clara e ao mesmo tempo concisa.

2ª Etapa

A segunda etapa consiste em construir um modelo. Essa é a fase onde os participantes começam a se conectar consigo mesmo, vasculham na memória todo conhecimento e iniciam as conexões neurais para trazer soluções ao problema. A equipe faz isso por meio da construção de um modelo, usando as peças do Lego. Essa é a fase de manipular com as mãos e ativar a memória. O objetivo é construir uma história carregada de valores e significados. É durante esse processo que se constrói um ambiente de conhecimento.

3ª Etapa

Na sequência, é hora de compartilhar. Durante a terceira etapa, as histórias são contadas para todo o grupo. No processo, quando compartilham as histórias em voz alta, os próprios participantes começam a ter outras ideias e incrementam a história no processo de narração. Por outro lado, as interações e questionamentos, também enriquecem o discurso e acrescentam novas ideias.

4ª Etapa

Para finalizar, a quarta etapa é uma reflexão sobre a narrativa anterior. Como forma de internalizar e memorizar estimula-se a reflexão sobre o que foi ouvido, falado e compartilhado. A jornada conduzida pelo método busca direcionar os participantes a refletirem sobre a pergunta-problema a partir de um foco voltado para a resolução. Dessa forma, a dificuldade é vista como um desafio e não como problema. Para que o LSP funcione é indispensável que os participantes estejam confortáveis com as quatro etapas básicas.