Mercatto faz 25 anos e dá uma ‘repaginada’

Mercatto faz 25 anos e dá uma ‘repaginada’

Por Martha Imenes

Uma das marcas cariocas mais queridas, e conhecida em todo país, faz 25 anos e tem um propósito pra lá de moderno: democratizar a moda do Brasil. A Mercatto faz aniversário dia 11 e para comemorar fará uma série de ações que começaram com o lançamento da coleção Estampe-se. Em seguida a marca fez adaptações na identidade visual e desenvolveu um novo projeto arquitetônico para as lojas. Uma repaginada e tanto para celebrar os 25 anos.
“Estamos há 25 anos no mercado brasileiro e com muitas razões para celebrar. Deixamos o nosso laranja, que sempre foi a cor que identifica a Mercatto, e adotamos um tom mais energético, espirituoso, feminino, elegante e contemporâneo. Além disso, mudamos para uma nova sede onde cada detalhe foi pensado no bem-estar dos nossos colaboradores, vamos reformar seis de nossas lojas e lançaremos um site, que foi desenvolvido em parceria com a agência Original e Vtex”, conta Renato Cohen, diretor da marca.
Um dos grandes desafios nesses próximos anos é o canal de Atacado, que voltou com tudo em 2019 e tem planos ambiciosos de crescimento.
“Não conheço nenhuma marca carioca que tenha preços tão acessíveis como os nossos. Nossa meta é sair de 400 para 1.000 multimarcas até 2020 e estar presente em todos os estados brasileiros. Hoje já estamos em 22”, revela Renato, que acrescenta os planos de tornar a marca OmniChannel ainda esse ano. OmniChannel é uma plataforma multicanal que integra lojas físicas, virtuais e compradores. Dessa maneira, a marca pode explorar todas as possibilidades de interação.
A Mercatto hoje tem 1,9 milhões de pessoas cadastradas no seu banco de dados e pretende chegar ao final desse ano com 2,2 milhões de pessoas. As inovações não param por aí. A marca investiu em um equipamento de última geração para automatização logística com objetivo de dar suporte a todo o crescimento previsto.
“Sem dúvida esse ano será um marco na nossa história. O que estamos fazendo agora repercutirá nos nossos próximos anos. Estamos com coragem e tomando decisões estratégicas fundamentais no nosso negócio”, finaliza Renato.

Calçadistas apostam, e investem, em sustentabilidade

Calçadistas apostam, e investem, em sustentabilidade

Por Viviane Faver

NOVA YORK (EUA) – Os tempos mudaram e o perfil do consumidor também. E para acompanhar essas mudanças o mercado teve que se adequar. E o de calçados não ficou atrás. Hoje em dia os consumidores estão cada vez mais conscientes e priorizando marcas que adotem processos que tenham compromisso social, ambiental, cultural e econômico. A isso chamamos de sustentabilidade. E para “chancelar” as boas ações de empresas comprometidas com ações sustentáveis a Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), com o apoio do Instituto Brasil By (IBB), criou um programa para certificar as marcas que trabalham centradas nos pilares da sustentabilidade.

“Com o programa Origem Sustentável pretendemos certificar justamente todos os pilares que abrangem o conceito de sustentabilidade, que devem estar em sinergia por meio do que chamamos de gestão de sustentabilidade”, contou ao DIA o gestor de projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein. O executivo avalia que a sustentabilidade traz vantagens internas de competitividade pois otimiza o uso de materiais e prevê o reaproveitamento de matéria-prima e isso reduz custos de produção.

E ele dá dicas: as marcas devem ter alguns cuidados quando começarem a trabalhar com produto sustentável. “Primeiramente é preciso que não seja somente um produto sustentável e sim um processo sustentável. Que vai desde a concepção do produto, passando pela sua fabricação até o ponto final, no varejo, com a adoção de mecanismos de logística reversa, por exemplo”, explica.

E acrescenta: “Funcionários produzindo em condições de trabalho dignas também é sinônimo de sustentabilidade. A empresa deve ser, acima de tudo, culturalmente sustentável, pregar isso no seu dia a dia, com a conscientização de funcionários que a questão para a sociedade.”

Schlindwein conta que mercados sofisticados, como o europeu, já adotam critérios de sustentabilidade para a escolha de fornecedores há um bom tempo, sendo um exemplo muito importante o Reach, legislação que trata sobre produtos químicos danosos à saúde humana e ao meio ambiente em produtos consumidos nos países do bloco.

Outros mercados, especialmente de países em desenvolvimento, já vem criando mecanismos de controle para assegurar o desenvolvimento de produtos realmente sustentáveis. Ou seja, o mercado internacional vem olhando com mais atenção para a questão, e as empresas que se adiantarem, com a adoção de processos sustentáveis tendem a conquistar uma fatia maior – e melhor – do mercado.

Piccadilly produz mais de 35 mil pares por dia

A Piccadilly, indústria que produz mais de 35 mil pares de calçados por dia, comemora a conquista da certificação de Origem Sustentável em Ouro, o que significa que a empresa alcançou 90% dos indicadores do programa. A técnica em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da empresa, Morgana Marca, conta que a empresa participa da iniciativa desde 2013, quando entrou na categoria Bronze. “Para fortalecer o compromisso com a sustentabilidade, em 2016 recebemos a certificação Prata e hoje a certificação Gold”, comemora.

Segundo ela, a certificação, que é auditada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e pela System & Service Certification (SGS), traz confiabilidade ao mercado. “A conquista garante aos consumidores que não estão apenas levando para casa mais um produto, mas também a garantia de que a empresa oferece benefícios à sociedade e à natureza”, acrescenta Morgana, ressaltando que sustentabilidade significa, para a Piccadilly, muito mais do que obrigações legais, mas minimizando impactos negativos e maximizando os positivos nos processos produtivos.

“Gerar empregos, renda, descarte de resíduos ambientalmente saudável, comprar matérias-primas de fornecedores que também abraçam essa causa são alguns dos exemplos que podemos citar de como a sustentabilidade é incorporada à cultura Piccadilly”, explica.

Calçados Bibi: referência no universo infantil

Outra marca brasileira que investe pesado na sustentabilidade é a Calçados Bibi. Fundada em 1949, a Calçados Bibi é referência no mercado de calçados infantis. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz cerca de 2 milhões de pares ao ano.

Presente em mais de 70 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3,5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 100 lojas.

A marca de calçados infantis conquistou reconhecimento do setor a partir do trabalho que desenvolve com os calçados fisiológicos e no emprego de tecnologia da palmilha Fisioflex Bibi – que proporciona a sensação de andar descalço no seu público-alvo: as crianças.

Segundo o gerente de suprimentos da Calçados Bibi, Ismael Fischer, A Bibi sempre buscou ser uma empresa que trabalha com foco em questões sustentáveis. Mas foi em 2013 que a empresa aderiu ao Programa Origem Sustentável. Na ocasião, a marca já atendia acima de 76% dos indicadores obrigatórios, conquistando o Selo Bronze. Dois anos depois obteve o Selo Prata, o atendimento acima dos 76% de indicadores obrigatórios e 69% de indicadores muito importantes.

Em 2016, a empresa foi novamente auditada, obtendo o Selo Ouro, comprovado pelo atendimento superior aos 76% de indicadores obrigatórios, 69% de indicadores muito importantes e acima de 34% de indicadores desejáveis. Já em novembro de 2018, a Bibi obteve o Selo Diamante, que é o mais alto nível do programa. Por meio deste selo, a marca demonstrou que além de atender aos requisitos do Selo Ouro, também comprovou a evolução em seis indicadores nos últimos dois anos. Estes indicadores apontam melhorias em questões ligadas à gestão de resíduos, substituição de adesivos químicos por base água, utilização de componentes e embalagens recicladas e recicláveis, e a incorporação da sustentabilidade no planejamento estratégico da empresa.

A empresa tem o “Projeto Bibi não Tóxico” que desenvolve e monitora fornecedores e processos industriais: são 125 fornecedores e 2.650 materiais monitorados, por coleção, para que todos os calçados sejam produzidos com materiais não tóxicos a saúde de crianças de 0 a 9 anos e a aquisição de energia elétrica oriunda de fontes sustentáveis.

A empresa fechou o ano de 2018 com 110 unidades em operação, sendo quatro delas internacionais. A marca registrou um aumento de 4% na rede de franquias, além de implantar 13 novas unidades em diferentes estados brasileiros.

Edição: Martha Imenes

Evento no Recreio orienta quem quer estudar nos EUA

Evento no Recreio orienta quem quer estudar nos EUA

POR  MARTHA IMENES

Alunos interessados em estudar nos Estados Unidos podem aproveitar a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a educação na Terra do Tio Sam. E para dar uma mãozinha a quem não sabe por onde começar, na próxima sexta-feira a Recreio Christian School, escola bilingue localizada no Recreio dos Bandeirantes, promove a 1ª Feira de Universidades Americanas de 2019.

Com entrada franca, o evento é aberto ao público geral e vai ocorrer das 10h30 às 11h50, e contará com a presença de representantes oficiais de sete universidades americanas: Full Sail University, Hofstra University, Marymount California University, The University of Kansas, The University of Oklahoma e University of Connecticut University of Houston.

O objetivo, segundo os organizadores, é mostrar aos interessados como funcionam os processos de entrevista e admissão para que os alunos comecem a se preparar para enfrentar o desafio de entrar na Universidade desejada. Os participantes também conhecerão quais os programas de ensino oferecidos por cada instituição e compreenderão como é a vida de um estudante brasileiro no exterior.

Para Gabriel Frozi, fundador da Recreio Christian School, este contato inicial será primordial para uma possível inscrição. “Queremos que os jovens saibam qual o melhor caminho para chegar ao seu objetivo de estudar em uma instituição de ensino superior americana. Estabelecer conexões diretas com estes representantes é de extrema importância para o futuro”, diz.

O empresário ressalta que a feira é destinada a todos que desejam garantir um diploma em solo americano: “Não vamos restringir esta oportunidade única aos nossos alunos. Todos merecem uma chance de correr atrás de seus sonhos, por isso estamos intermediando este contato com as universidades americanas. Pode parecer algo simples, mas com certeza abrirá portas mais pra frente”, completa.

LEVANTAMENTO

Nos últimos meses, o índice de brasileiros que saíram do país para estudar em instituições do exterior subiu 10,7%.  O número de estudantes brasileiros nos EUA também aumentou. Ao todo foram  14.620  alunos que deram ao Brasil a décima posição no ranking mundial  do país que mais envia estudantes para as universidades americanas, perdendo apenas para China, Índia, Coréia do Sul, Arábia Saudita, Canadá, Vietnã, Taiwan, Japão e México.

A indústria de graduação no exterior foi a mais aquecida. 50,3% dos 14.620 estudantes nos EUA buscaram cursos universitários e pelo quinto ano consecutivo, Matemática e Ciência da Computação foram os campos de estudo com um rápido crescimento. Já a procura de pós graduação também apresentou aumento de    28,8% enquanto os intensivos de ingês cresceu apenas 8,9% . Os cinco estados anfitriões foram Flórida, Califórnia, Nova York, Massachusetts e Texas.

Esse cenário é o reflexo da busca de experiência internacional, melhores oportunidades de trabalho que estão fazendo os alunos das escolas particulares começarem  a se preparar já no ensino fundamental para conquistar uma vaga em uma instituição no exterior. A expectativa é que, em 2019, ao menos 400 mil pessoas viajem para fora em busca de conhecimento e novas oportunidades.

Recreio Christian School é um dos principais colégios do Rio a oferecer ensino bilingue, capacitando seus alunos para aprovações tanto em faculdades brasileiras quanto internacionais. Seguindo o modelo americano, a instituição oferece atividades extra-curriculares para complementar a grade escolar habitual. Também promove cursos de alfabetização em inglês para professores da rede pública, para que cada vez mais pessoas estejam preparadas para estudar fora, independente de sua classe social.

SERVIÇO

1ª Feira de Universidades Americanas de 2019
Local: 
Recreio Christian School (Avenida Genaro de Carvalho,1500, Recreio Dos Bandeirantes, Rio De Janeiro)
Data: 15/03, das 10h30 às 11h50
Informações: (21) 3420-3535 / (21) 99555-7646 ou no site http://www.recreiochristianschool.com/.
Entrada Franca

 

Do Rio para NY: Cufa fará programação especial no Bronx

Do Rio para NY: Cufa fará programação especial no Bronx

Por Viviane Faver
Especial de NY

NOVA YORK (EUA) – A Central Única das Favelas (Cufa) promete agitar os meses mais quentes em Nova York, nos Estados Unidos, com programas voltados à inclusão social e aprendizado de jovens e adultos por meio das artes. Em abril, início da primavera, a Cufa Bronx vai realizar o Saturday Program, programa de sábado em português, um pool de atividades ministradas por professores voluntários que ensinam capoeira, dança, artes, grafite, música e esportes. As atividades são resultado da parceria entre a Cufa de NY, situada no Bronx, e a Organização Não-Governamental (ONG) Wham, que fica no Harlem, ambas em Nova York.
A exemplo do programa realizado em 2017, o Saturday Program, que esse ano leva o nome Ode to the Bronx (Tributo ao Bronx), será realizado no Centro Cultural Andrew Freedman Home, que fica na 1125 Grand Concourse, Bronx -NY. O programa, que começa em abril, é destinado a jovens e adultos. E, segundo o diretor da Cufa de Nova York Luís “Eli Efi” da Silva, o programa não é somente para crianças, mas sim para toda família, com atividades que vão desde capoeira, dança, artes, grafite e música.
“A nossa ideia sempre foi que pais e mães participassem das atividades com os filhos. Muitas vezes o problema familiar não é só com o jovem, ele abrange toda família. Por isso é importante essa integração”, avalia Eli Efi. “Em outras ocasiões percebemos que alguns jovens, por serem reprimidos dentro de casa, apresentam dificuldade de se expressar e isso cria uma distância muito grande entre pais e filhos”, acrescenta.
Todos os participantes ganham certificado na conclusão dos cursos. O projeto que vai para sua terceira edição, começou em 2017 com 85 participantes. A maioria africanos e latinos, moradores do Bronx e arredores. Vale lembrar que a Cufa está em NY desde 2015.

CAMPEONATO DE FUTEBOL
O segundo projeto agendado para este verão, que em Nova York começa em junho, é o campeonato infantil de futebol. Em um primeiro momento a disputa será no jardim do centro cultural, onde funciona o escritório da Cufa.
“Pretendo no futuro fazer intercâmbio com crianças daqui e do Brasil. E realizar a Taça das Favelas – que é um projeto que funciona na Cufa do Brasil – aqui com a final no Yankee Stadium”, sonha o diretor da Cufa NY, que quando chegou nos EUA foi professor de futebol numa escola pública e seu time ganhou três vezes.
O principal desafio na Cufa de NY é conseguir fazer com que esses projetos de verão se tornem permanentes. Para isso eles ainda correm atrás de suporte de alguma fundação ou uma resposta de um sponsor em potencial.
Segundo o diretor da Cufa, a ONG não recebe ajuda de custo do Brasil e todos os programas no momento são feitos por voluntários e doações. As famílias participantes trazem comidas feitas por elas como pagamento das aulas.
O sonho de Luís “Eli Efi” da Silva é um dia poder oferecer um programa de música para crianças com aulas de violino, piano e produção musical, exigindo em troca, que elas tenham notas boas na escola. “O evento é uma oportunidade para a Cufa exportar e democratizar o acesso internacional à sua tecnologia social única no mundo. Além disso, será possível importar novas idéias e gerar debates sobre o papel da cultura popular, do esporte comunitário, do empreendedorismo social e do empoderamento de moradores de favelas e periferias como armas poderosas contra o preconceito social e a discriminação racial”, diz Luís.

ARTIST MOVEMENT
Eli Efi foi responsável por iniciar, em 2017, o “Artist Movement”, movimento de inclusão social onde os participantes têm aula de artes para crianças, cursos de DJ’s e “open mic”, aquela batalha onde rappers mostram suas rimas, para futuros MC’s.
Ele diz que o programa do ano passado teve um gosto especial: crianças vindas do Foster Care (entidade que cuida de crianças afastadas dos pais, na maioria presos pela imigração) participaram do Artist Movement. “Algumas crianças já estavam meses sem ver os pais. Por isso, as elas criaram um apego com o programa e quando falamos que íamos terminar elas choraram tanto que decidimos estender o programa até cinco meses. O término foi bem difícil e me tocou muito”, finaliza.
Antes da Cufa, Luís, que já tem cinco álbuns de hip hop lançados no Brasil com grupo DMN, já fazia trabalho social dando aula de percussão e futebol para crianças. Com o convite da Cufa Brasil viu a oportunidade de fazer o mesmo em Nova York.
A Cufa está presente em 27 países e hoje se consolida como uma das maiores organizações de jovens, oriundos das favelas no mundo, mobilizando de forma direta cerca de 80 mil pessoas por ano. Entre eles crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos.

SERVIÇO
CUFA BRONX NY
LOCAL: Andrew Freedman Home
1125 Grand Concourse, Bronx, NY 10452
Contato: cufabronxnyc@gmail.com

Edição de Martha Imenes

Skol cria chat para dar uma mãozinha para os foliões

Skol cria chat para dar uma mãozinha para os foliões

A Skol, cerveja do portfólio da Ambev, vai dar uma mãozinha para os foliões curtirem o Carnaval. Em parceria com o Facebook, a Skol criou um chat que funciona como uma agenda personalizada. Na página oficial da marca (https://www.facebook.com/skol/), as pessoas precisam apenas responder algumas questões sobre suas preferências, que o assistente vai cruzar os dados com as opções disponíveis em sua cidade e indicar os melhores blocos para curtir o Carnaval. Tudo de forma personalizada.
Os foliões poderão também montar e compartilhar a agenda, escolher blocos por diversas categorias, receber notícias e atualizações, chamar um Uber e ver a localização exata dos blocos, acompanhando em tempo real onde “está o fervo”, se as ruas estão muito cheias ou se o bloco este perto de terminar… Assim, ninguém vai perder tempo na busca pelas melhores festas ou mesmo evitar de entrar em alguma roubada.
“Skol sempre foi uma marca inovadora e antenada com as tendências e necessidades de seus consumidores. Como parceira do Carnaval em diversas cidades do país, observamos que uma das dificuldades das pessoas sempre foi encontrar o melhor bloco. Então, desenvolvemos essa tecnologia para auxiliar o folião a buscar o melhor lugar para curtir a festa sem precisar fazer um longo planejamento. Afinal, são centenas de festividades espalhadas pelas capitais do país”, afirmou Daniel Feitoza, gerente de Marketing Digital de Skol.