‘Vice-versa’: Conta-Gotas do Instagram e Twitter para o blog

‘Vice-versa’: Conta-Gotas do Instagram e Twitter para o blog

Voltado para a área de negócios e oportunidades no Brasil e exterior, o perfil da coluna Conta-Gotas pode ser visualizado em blog, Facebook, Instagram e Twitter.
Em breve o CG vai estar também em um canal no YouTube para mostrar (e testar) produtos e serviços, além de divulgar ações de empresas.
Hoje iniciamos uma nova fase onde as imagens do Instagram e as “curtinhas” do Twitter passam a ser compartilhadas no blog. É o “vice-versa” em ação. Ou como o mercado chama: sinergia.

Serão muitas novidades este ano!

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Belvedere planeja expansão para o Canadá

Belvedere planeja expansão para o Canadá

Por Viviane Faver
Especial de Nova York

NOVA YORK (EUA) – Um tipo de negócio tem crescido e levado empresas brasileiras a mirar o exterior para crescer e investir: o banco de investimento especializado em necessidades familiares, ou merchant banking. Mas o que seriam necessidades familiares? O executivo Julio Lage, da Belvedere Investimentos – que gerencia esses recursos – explica que a área de atuação é bem ampla, como investimento em ações, aquisição de imóveis, de crédito (gerir um portfólio ou até mesmo levantar recursos) e de energia (geração e comercialização), por exemplo. O foco nestes segmentos, segundo a empresa, é buscar renda consistente e de longo prazo.

O nicho de atuação da brasileira tem dado tão certo que além de escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Vitória e Recife, já atua nos Estados Unidos, tem operação em Portugal e planeja seguir para Toronto, no Canadá.

A crise no Brasil abriu oportunidade de expansão para outros mercados, segundo o executivo. “O nosso crescimento prova isto e acreditamos que o fato de oferecermos um modelo novo, onde ao contrário de vendermos produtos buscamos entender as necessidades das famílias e customizar vossas demandas, temos um modelo diferenciado. Agregar valor aos relacionamentos reduz sua dependência a ciclos econômicos. O grupo Belvedere está neste caminho nas diversas jurisdições que atuamos”, diz.

“A Toronto Stock Exchange, principal bolsa de valores do Canadá, possui diversas empresas listadas com ativos minerais no Brasil como ouro, diamante, minério de ferro, por exemplo. Por conta disso já contactamos investidores canadenses”, explica.

DO BRASIL PARA FORA

Um ponto que pode atrair pequenos e médios investidores brasileiros à América do Norte (EUA e Canadá) é a simplificação tributária, ao contrário do que ocorre no Brasil. “As regras são claras, mas é preciso entender o mercado norte-americano. E para isso uma assessoria legal especializada é primordial”, dá a dica. “Com a redução da taxa de juros no Brasil, no menor patamar desde o Plano Real, as famílias têm que buscar uma gestão de recursos para manter o nível de renda de anos anteriores”, avalia Julio Lage.

“O mais importante para quem quer investir fora do Brasil é entender as particularidades do mercado, dos potenciais clientes e da regulação e regras de cada segmento”, acrescenta. De acordo com Lage, é importante para o investidor entender que os mercados (Brasil-EUA) se comportam de forma diferente. “O mesmo posicionamento que se tem no Brasil, por exemplo, pode não garantir sucesso quando a empresa ou o negócio se instalam nos Estados Unidos”, comenta o executivo.

Observar essas particularidades, segundo o executivo, pode fazer com que o investidor familiar brasileiro seja bem sucedido no exterior.

Edição: Martha Imenes

 

Moda brasileira invade Miami

Moda brasileira invade Miami

Por Viviane Faver
Especial de Miami

A moda brasileira chegou para ficar, e brilhar, em Miami, nos Estados Unidos. Antecipando uma das semanas de arte mais movimentadas do mundo, a Art Basel, no final do mês será aberta a segunda edição do Brazil Fashion Forum. O evento, criado pela empresária brasileira em 2017, Flávia Marchesini, foi vencedor do Prêmio Press Award 2018 da Focus Brasil e ganhou o título de melhor evento cultural em Miami.
Em dois dias são esperadas mais de 1,5 mil pessoas, inclusive convidados VIPs. Lojas com o conceito “see now buy now” (veja agora, compre agora) serão montadas no salão principal, que tem 4 mil metros quadrados. Cada dia terá uma sequência de três estilistas.
“É uma grande responsabilidade promover os talentos brasileiros e promover uma experiência inovadora para outras pessoas que seguem nossa arte e cultura, reforçando a cada ano a presença de marcas brasileiras nos Estados Unidos”, avalia Flávia.
De acordo com Flávia, o Brazil Fashion Forum consolida uma novo conceito no mercado da moda e contribui para que Miami seja uma parada obrigatória no calendário anual de todos os fashionistas do mundo.
A empresária é a primeira brasileira a fechar parceria com o recém inaugurado Instituto Marangoni Miami. O evento de moda conta com o apoio do Consulado Geral do Brasil em Miami, que fará parte da programação com a palestra “Journey Through Brazilian Experiences”, promovido e desenvolvido pelo embaixador Adalnio Senna Ganem.
Para o executivo da Brasil Society, Christiano Marchesini, desenvolver um projeto desta magnitude nos EUA e levar várias marcas, designers e celebridades ao país não é uma tarefa fácil. “Criar cada edição requer muito esforço, dedicação e acima de tudo paixão no que está sendo feito. O maior desafio é conquistar a credibilidade e o apoio financeiro de importantes marcas. Mas, ao mesmo tempo, elevar a qualidade e as experiências no evento”, avalia Christiano.
Segundo ele, o público principal é, em sua maioria, de brasileiros que vivem e visitam Miami e que querem ter uma experiência sofisticada, além de se manterem atualizados sobre o que está acontecendo no Brasil e no mundo. “Estamos muito contentes também de ver a cada ano mais estrangeiros participando e curiosos sobre a nossa cultura e a beleza brasileira”, avalia.
Para o futuro, o executivo pretende incentivar a troca de experiências culturais incentivando designers da América Latina com a presença de um convidado especial. “Este ano por exemplo já estamos trazendo Carolina K representando a Argentina”, conta.
O Instituto Marangoni Miami tem um papel importante no evento por ser o parceiro educacional exclusivo do Brazil Fashion Forum (BFF). Com isso em mente, o IMM junto ao BFF estão oferecendo duas bolsas de estudo que serão sorteadas a partir de uma competição promovida pelo evento para talentos brasileiros.

DESTAQUES
A embaixadora desta edição será a top model Isabelli Fontana. Os designers confirmados na versão de 2018 são Reinaldo Lourenço, Lilly Sarti, GIG Couture, Lenny Niemeyer, Sinesia Karol e Patricia Motta, que vão mostrar suas coleções na passarela. Lenny Niemeyer, Jack Vartanian, Sinesia Karol, Patricia Motta, Bossa Concept, Trousseau, Sol de Janeiro, Carolina K e outras marcas já confirmaram presença com lojas satélite no evento.

SERVIÇO
EVENTO: Brazil Fashion Forum
www.brazilfashionforum.com
DATA: 29 a 30 de Novembro
HORÁRIO: Das 15h às 23h30
LOCAL: Faena Forum – 3300-3398 Collins Ave, Miami Beach, FL 33140, EUA

Prestação de serviços ganha espaço no e-commerce

Prestação de serviços ganha espaço no e-commerce

Com a internet cada vez mais presente na vida das pessoas, empresas de prestação de serviços, que antes eram possíveis de serem contratados apenas por telefone ou pessoalmente, estão apostando na venda via internet. Na Fix Online, empresa especializada no conserto de telas e vidros de celulares, pedidos online já representam 90% das vendas
De acordo com um estudo do Ebit, em 2017 o faturamento do comércio eletrônico cresceu 7,5%, totalizando R$ 47 bilhões. Para este ano, as vendas online devem representar um crescimento de 12%, alcançando os R$ 53 bilhões. É cada vez mais comum, empresas de diversos segmentos, migrarem para o e-commerce. Hoje em dia, o consumidor pode solicitar o envio de roupas pelo WhastApp, o serviço de delivery em petshops, a contratação de faxina via redes sociais e, até mesmo, o conserto de celulares por meio de um clique.
Na Fix Online, por exemplo, o consumidor pode acessar o e-commerce da marca e solicitar que um motoboy retire seu celular em casa. Simples assim. Sem trânsito, sem estresse e com toda a comodidade que o sofá de casa oferece. Esse público já representa 90% dos clientes da empresa. “O perfil do cliente mudou. Ele busca por praticidade e agilidade e procura por serviços que possibilitam a contratação em um clique. A empresa que não se adaptar a essa nova realidade, está fadada ao fracasso”, afirma a sócia-fundadora da marca, Tatiana Moura.
Porém, segundo a empresária, para se destacar em meio a tanta concorrência, é preciso ir além. Na Fix Online, sempre que o cliente solicita o serviço de delivery, ao ir buscar o aparelho do cliente, a empresa disponibiliza um celular reserva. “Ao fazer diferente das outras assistências, a gente garante indicações e, sempre que necessário, o retorno do cliente”, conta Tatiana. Todo esse cuidado com o consumidor, reflete diretamente no sucesso da marca. Há pouco mais de um ano no mercado já foram quase mil telas consertadas, o que gerou um faturamento de R$ 1 milhão – número que deve crescer 20% até o final deste ano.
Consolidada como uma das três assistências especializadas em troca de vidro e tela de celular do Brasil, a Fix Online (www.fixonline.com.br) já estuda expandir os negócios e deve abrir a primeira franquia em 2019. “A gente faz um serviço que é difícil de ser encontrado, oferecemos uma dinâmica de serviço que conquista o consumidor e temos um preço bastante competitivo no mercado. O crescimento é natural”, diz Tatiana. A marca já dá os primeiros passos para entrar no franchising desenvolvendo cursos e treinamentos sobre o conserto de telas e deve abrir 5 lojas em todo o país até o final do ano que vem.
Faxina em um clique
No mercado desde 2015, há pouco tempo a Maria Brasileira (www.mariabrasileira.com.br), rede de franquias de serviços e cuidados, lançou sua plataforma digital, possibilitando ao consumidor contratar serviços domésticos, como faxineira, passadeira e cozinheira, com apenas um clique – o e-commerce já representa 40% das vendas.
“Além da plataforma digital, notamos um crescimento estrondoso de contratações originadas nas redes sociais. Muitas de nossas unidades fecham negócios via WhastApp e direct no Instagram”, comenta o sócio da marca, Eduardo Pirre.
De acordo com o empresário, a presença da Maria Brasileira na internet gerou um movimento interessante para marca. Desde que a marca lançou sua plataforma digital e passou a ter uma forte presença nas redes sociais, 73% dos clientes atendidos são novos consumidores, que estão totalmente inseridos no meio digital. “Transformar o serviço em um produto e colocá-lo a venda na internet é essencial para que a empresa possa crescer e atingir um público que está cada vez mais imerso no online e resolve toda a sua vida pela internet”, afirma Eduardo.
Para atender essa demanda que não para de crescer, a rede conta com 20 mil facilitadoras, espalhadas nas 200 unidades da marca em todo o país. A expectativa como os novos meios de contratação é alcançar um faturamento de R$60 milhões em até o final do ano, realizando 50 mil atendimentos por mês, o que significará um crescimento de 15%.

Megamatte investe em responsabilidade social

Megamatte investe em responsabilidade social

Na sexta-feira, dia 9, a rede Megamatte vai fazer em todas as suas lojas a MegAção. Nesse dia parte das vendas dos mates orgânicos e guaraná natural é revertida para um projeto social. Depois, a rede dobra o valor arrecadado. Na oitava edição do projeto, a instituição beneficiada pela MegAção 2018 é o Projeto Culinária, da Associação Saúde Criança, uma organização social independente, que trabalha com metodologia inovadora e própria no atendimento a famílias em vulnerabilidade social, com criança doente em tratamento, nas unidades públicas de saúde.

O projeto presta um atendimento multidisciplinar a crianças com problemas de saúde gravíssimos e ao mesmo tempo oferece treinamento para que as mães dessas crianças possam aprender algo que possa gerar um renda extra em casa (culinária, corte e costura etc). O Saúde Criança está na 18ª posição entre as 500 melhores ONGS do mundo, de acordo com a avaliação da entidade suíça NGO Advisor.

A rede Megamatte também aderiu à Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, também conhecida como Lei do ISS, apoiando em 2018 o projeto “Escolas de Música e Cidadania” da ONG Agência do Bem. Além do apoio financeiro, a empresa se aproximará do projeto e dos beneficiados por meio de encontros e ações pontuais ao longo do ano. O destaque do projeto é a Orquestra formada com os alunos destas Escolas.

Além disso, a rede também investiu na causa animal, quando assinou um termo com a ONG Mercy For Animals. A Megamatte se comprometeu a diminuir o uso da cadeia de insumos que sejam relacionados à locais que deixem animais presos (como galinhas em granjas, por exemplo) até 2025. Essas ações fazem parte do comprometimento com o Pacto Global da ONU, também assinado pela empresa no início de 2017.

O objetivo é cada vez mais investir em responsabilidade social e apoiar projetos que têm estes propósitos. “É preciso ajudar aqueles que precisam de um suporte, para que eles possam dar continuidade a seus projetos. Com a crise, muita gente não conseguiu manter os patrocínios. Eles precisam de nós”, destaca Julio Monteiro, CEO da rede Megamatte.

Caminho inverso: ‘made in USA’ para o Brasil

Caminho inverso: ‘made in USA’ para o Brasil

Viviane Faver e
Martha Imenes

Empreender não é tarefa fácil, seja no Brasil ou fora dele, mas é o sonho de muitas pessoas que encontram em seu próprio negócio a oportunidade de crescer profissionalmente e concretizar projetos. E foi exatamente a busca por novos caminhos que levou Alcinda Saphira e Louis Ventura, 10 anos atrás a juntarem as economias e abrir uma galeria de arte integrada em Nova York, nos Estados Unidos. A Shaphira&Ventura Gallery, na 43th Street, em Manhattan.
A dupla tomou medidas inovadoras: além de fazer exposições com obras de artistas brasileiros na galeria em NY, ainda presta consultoria (coach) para artistas que queiram ganhar o mercado internacional.
“Auxiliamos no marketing internacional do artista, administramos a carreira, fazemos contatos com assessorias de imprensa, editorias, entre outras coisas”, conta Louis Ventura, que é foi professor de Economia da FGV e hoje dá aulas online.
No entanto, acrescenta Alcinda, que é artista plástica, não é qualquer candidato que recebe orientação. Primeiro a International Art Society – que é a empresa de coach – avalia minuciosamente o portfólio, caso seja aprovado, uma equipe começa o planejamento de marketing e elabora a plataforma de negócios.
EXPANSÃO
A ideia deu tão certo que a empresa vai fazer o caminho de volta: em 20 de janeiro de 2019 a Fábrica Bhering, na Zona Portuária do Rio, vai receber uma filial da Saphira&Ventura.
A empresa, que começou com investimento inicial de US$ 18 mil há dez anos, hoje está avaliada em US$ 7 milhões. E o investimento valeu a pena. De acordo com o sócio, Louis Ventura, o retorno veio em três anos e desde então a empresa atingiu um lucro anual de 300%.
E as expectativas dos sócios são promissoras; mesmo com a expansão para outros países – além do Rio e São Paulo, Cingapura, Paris, Munique, Mônaco, Dubai e Madri -, a projeção de alta é de 20%. “A projeção não é maior devido aos gastos que empresa fará este ano para expandir em outras cidades”, conta Ventura.
NEGÓCIO
Os empreendedores dão a dica para quem quiser investir na terra do Tio Sam. Como o governo norte-americano não libera empréstimos com facilidade, os futuros empresários precisam apresentar um projeto voltado para ações sociais e mostrar que o negócio tem algo a oferecer ao país, como geração de empregos. “Desta forma, o governo americano apoia e libera o financiamento”, orienta Ventura.
“Não existe sorte na terra do Tio Sam, 90% dos profissionais são extremamente focados, determinados e trabalham duro, e seguem as normas do mercado”, diz Ventura.
“Nos Estados Unidos é diferente do Brasil, onde tudo é ‘engessado’ e o governo não ajuda em nada, no final das contas os empresários brasileiros são obrigados a ‘dar um jeito’”, lamenta Ventura.
E completa: o governo brasileiro apoiava e financiava galerias para que participassem de feiras como incentivo a arte, e isso não acontece mais. O resultado, segundo ele, é que galerias brasileiras não têm dinheiro e o Brasil está fora do circuito de arte.

Para visto permanente, a saída é empreender

Martha Imenes

Para brasileiros que desejam sair do país e começar uma vida nova nos Estados Unidos, uma boa dica é a prorrogação do prazo para requerer o visto EB-5, ou visto de investidor, que garante visto permanente nos Estados Unidos com a contrapartida de investimento em projetos. O sucesso veio para pelo menos 280 brasileiros em 2017 que se mudaram para os EUA. O visto pode ser requerido até 7 de dezembro. Os interessados podem investir um mínimo de US$ 500 mil no programa.
Nos primeiros 24 meses, há o visto temporário, e após este tempo, é possível requisitar o visto permanente. O tempo de dois anos é determinado para que o dinheiro captado tenha gerado pelo menos dez postos de emprego em regiões estadunidenses.
Ana Elisa Bezerra, vice-presidente da LCR Capital Partners, que presta consultoria sobre projetos EB-5, alerta que esta prorrogação é importante para quem pode garantir o aporte de US$ 500 mil até dezembro. O valor não sofre reajuste desde os anos 90. “Uma das mais prováveis mudanças será o reajuste do valor mínimo de investimento, por isso a prorrogação oferece um bom momento para quem deseja aplicar para este visto”.
Um ponto destacado por Tadeu Ferreira, da LFA – Leaf, Ferreira de Araújo, especialista em Imigração, que reside em Miami, existem outras alternativas para quem não tem tanta grana para investir. O visto H1B, por exemplo, é conhecido como a “loteria do visto”, e é um dos mais procurados. Nessa modalidade o candidato precisa ser bacharel em áreas que tenham atuação nos EUA, como por exemplo, professor. “É importante destacar que neste caso é preciso de um ‘patrocinador’. Ou seja, alguém que contrate esse trabalhador”, conta o advogado. Esse tipo de visto vale inicialmente por três anos e pode ser prorrogado por mais três. Caso o sortudo seja sorteado pelo governo, ele recebe o green card.
Outra forma de ir para os EUA é com o visto F1, que é o de estudante. Mas nesse caso não dá direito a green card e quando acabar o curso, caso não consiga um trabalho no país, o retorno ao Brasil é certo. Para o F1 é preciso ainda demonstrar que tem condições financeiras para estar no país durante o curso. E isso não é nada barato. “São necessários cerca de US$ 1,5 mil para despesas do curso, mais outros US$ 1,5 mil para pagar um aluguel e os gastos com alimentação e transporte, que deve dar em torno de US$ 500”, explica Ferreira. Essa continha, no barato, dá uns US$ 60 mil de gastos por ano.
O chamado ‘visto de investidor’ para conseguir o green card teve o Brasil pelo terceiro ano consecutivo como país onde o consumidor mais busca esse tipo de empreendimento. Em 2017, o país mais procurado voltou a ser os EUA, onde brasileiros investiram US$ 37 bilhões, gerando mais de 74 mil empregos segundo levantamento da U.S. Bureau of Economic Analysis.

Colaborou: Edda Ribeiro