Plataforma criada por brasileira ajuda mulheres empreendedoras de forma criativa em NY

Plataforma criada por brasileira ajuda mulheres empreendedoras de forma criativa em NY

Por Viviane Faver
Especial de NY

Rede de empoderamento feminino faz nova edição em Manhattan e mostra, de forma criativa, como empreender. O evento EmpowHer NY, criado há um ano atrás, pela bailarina brasileira integrante da companhia de dança, Dance Theater of Harlem, Ingrid Silva, foi realizada quinta-feira e reuniu empreendedoras, maioria brasileiras, que estão começando seu negócio em Nova York, nos Estados Unidos.
Com foco em criação de networking o EmpowHer NY em sua quinta edição contou com cinco mulheres negras bem sucedidas que abordaram a diversidade no mundo de negócios e contaram como enfrentaram o preconceito e criaram oportunidades.
“O nosso público tem dobrado a cada edição trazendo diferentes mulheres que podem ajudar uma as outras”, declara Ingrid, acrescentando que um dos principais suporte dado as jovens empreendedoras é oferecer o espaço para que elas possam expor seu negócio durante o evento.
Nesta edição, a brasileira Mayara Albuquerque trouxe suas joias feitas à mão para vender e fez um pingente inspirado no evento que representa o útero feminino. Sua marca, May, foi criada há cinco anos no Brasil, em Natal, onde tem uma loja. “Todas a joias são feitas à mão com prata, ouro e pedras naturais”, conta.

Em 2017 ela foi convidada para expor no salão Maria Bonita, no bairro do Queens, em Nova York, e ficou apaixonada pela cidade. Tomou a decisão de se mudar definitivamente há cinco meses atrás. Desde então já expôs em três diferentes espaços na cidade. Além de manter suas vendas para o Brasil pelas suas lojas online e física em Natal. “Qualquer joia que vendo em Nova York vale quatro vezes o valor no Brasil e me ajuda a continuar investindo no meu negócio”, diz.

Mayara conta que sua expectativa de montar uma loja online para atender publico em Nova York e no futuro uma loja física. Por enquanto ela segue expondo em eventos como EmpowHer e na loja de lingerie Only Hearts, em Manhattan.
Outra empreendedora brasileira que colabora com o evento é a carioca e produtora de eventos Elizabeth Christopher. Ela foi convidada por Ingrid para palestrar na primeira edição, falando sobre mulheres acima de 45 anos que decidem mudar de carreira e recomeçar do zero.

“Após palestrar fiquei tão envolvida com essa plataforma, que resolvi ajudar e virei a coordenadora dos eventos. E aproveitei para divulgar meu novo negócio que é a venda de comida de baixa calorias”, afirma.
Elizabeth trouxe algumas amostras de sua comida para o evento e o resultado foi positivo. “O resultado esta sendo ótimo, porque não só as pessoas me veem, como me conhecem e isso torna nossa relação mais pessoal. Elas acabam me indicando e meu negócio está fluindo”, conclui Elizabeth.

Mercatto faz 25 anos e dá uma ‘repaginada’

Mercatto faz 25 anos e dá uma ‘repaginada’

Por Martha Imenes

Uma das marcas cariocas mais queridas, e conhecida em todo país, faz 25 anos e tem um propósito pra lá de moderno: democratizar a moda do Brasil. A Mercatto faz aniversário dia 11 e para comemorar fará uma série de ações que começaram com o lançamento da coleção Estampe-se. Em seguida a marca fez adaptações na identidade visual e desenvolveu um novo projeto arquitetônico para as lojas. Uma repaginada e tanto para celebrar os 25 anos.
“Estamos há 25 anos no mercado brasileiro e com muitas razões para celebrar. Deixamos o nosso laranja, que sempre foi a cor que identifica a Mercatto, e adotamos um tom mais energético, espirituoso, feminino, elegante e contemporâneo. Além disso, mudamos para uma nova sede onde cada detalhe foi pensado no bem-estar dos nossos colaboradores, vamos reformar seis de nossas lojas e lançaremos um site, que foi desenvolvido em parceria com a agência Original e Vtex”, conta Renato Cohen, diretor da marca.
Um dos grandes desafios nesses próximos anos é o canal de Atacado, que voltou com tudo em 2019 e tem planos ambiciosos de crescimento.
“Não conheço nenhuma marca carioca que tenha preços tão acessíveis como os nossos. Nossa meta é sair de 400 para 1.000 multimarcas até 2020 e estar presente em todos os estados brasileiros. Hoje já estamos em 22”, revela Renato, que acrescenta os planos de tornar a marca OmniChannel ainda esse ano. OmniChannel é uma plataforma multicanal que integra lojas físicas, virtuais e compradores. Dessa maneira, a marca pode explorar todas as possibilidades de interação.
A Mercatto hoje tem 1,9 milhões de pessoas cadastradas no seu banco de dados e pretende chegar ao final desse ano com 2,2 milhões de pessoas. As inovações não param por aí. A marca investiu em um equipamento de última geração para automatização logística com objetivo de dar suporte a todo o crescimento previsto.
“Sem dúvida esse ano será um marco na nossa história. O que estamos fazendo agora repercutirá nos nossos próximos anos. Estamos com coragem e tomando decisões estratégicas fundamentais no nosso negócio”, finaliza Renato.

Calçadistas apostam, e investem, em sustentabilidade

Calçadistas apostam, e investem, em sustentabilidade

Por Viviane Faver

NOVA YORK (EUA) – Os tempos mudaram e o perfil do consumidor também. E para acompanhar essas mudanças o mercado teve que se adequar. E o de calçados não ficou atrás. Hoje em dia os consumidores estão cada vez mais conscientes e priorizando marcas que adotem processos que tenham compromisso social, ambiental, cultural e econômico. A isso chamamos de sustentabilidade. E para “chancelar” as boas ações de empresas comprometidas com ações sustentáveis a Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), com o apoio do Instituto Brasil By (IBB), criou um programa para certificar as marcas que trabalham centradas nos pilares da sustentabilidade.

“Com o programa Origem Sustentável pretendemos certificar justamente todos os pilares que abrangem o conceito de sustentabilidade, que devem estar em sinergia por meio do que chamamos de gestão de sustentabilidade”, contou ao DIA o gestor de projetos da Abicalçados, Cristian Schlindwein. O executivo avalia que a sustentabilidade traz vantagens internas de competitividade pois otimiza o uso de materiais e prevê o reaproveitamento de matéria-prima e isso reduz custos de produção.

E ele dá dicas: as marcas devem ter alguns cuidados quando começarem a trabalhar com produto sustentável. “Primeiramente é preciso que não seja somente um produto sustentável e sim um processo sustentável. Que vai desde a concepção do produto, passando pela sua fabricação até o ponto final, no varejo, com a adoção de mecanismos de logística reversa, por exemplo”, explica.

E acrescenta: “Funcionários produzindo em condições de trabalho dignas também é sinônimo de sustentabilidade. A empresa deve ser, acima de tudo, culturalmente sustentável, pregar isso no seu dia a dia, com a conscientização de funcionários que a questão para a sociedade.”

Schlindwein conta que mercados sofisticados, como o europeu, já adotam critérios de sustentabilidade para a escolha de fornecedores há um bom tempo, sendo um exemplo muito importante o Reach, legislação que trata sobre produtos químicos danosos à saúde humana e ao meio ambiente em produtos consumidos nos países do bloco.

Outros mercados, especialmente de países em desenvolvimento, já vem criando mecanismos de controle para assegurar o desenvolvimento de produtos realmente sustentáveis. Ou seja, o mercado internacional vem olhando com mais atenção para a questão, e as empresas que se adiantarem, com a adoção de processos sustentáveis tendem a conquistar uma fatia maior – e melhor – do mercado.

Piccadilly produz mais de 35 mil pares por dia

A Piccadilly, indústria que produz mais de 35 mil pares de calçados por dia, comemora a conquista da certificação de Origem Sustentável em Ouro, o que significa que a empresa alcançou 90% dos indicadores do programa. A técnica em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente da empresa, Morgana Marca, conta que a empresa participa da iniciativa desde 2013, quando entrou na categoria Bronze. “Para fortalecer o compromisso com a sustentabilidade, em 2016 recebemos a certificação Prata e hoje a certificação Gold”, comemora.

Segundo ela, a certificação, que é auditada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e pela System & Service Certification (SGS), traz confiabilidade ao mercado. “A conquista garante aos consumidores que não estão apenas levando para casa mais um produto, mas também a garantia de que a empresa oferece benefícios à sociedade e à natureza”, acrescenta Morgana, ressaltando que sustentabilidade significa, para a Piccadilly, muito mais do que obrigações legais, mas minimizando impactos negativos e maximizando os positivos nos processos produtivos.

“Gerar empregos, renda, descarte de resíduos ambientalmente saudável, comprar matérias-primas de fornecedores que também abraçam essa causa são alguns dos exemplos que podemos citar de como a sustentabilidade é incorporada à cultura Piccadilly”, explica.

Calçados Bibi: referência no universo infantil

Outra marca brasileira que investe pesado na sustentabilidade é a Calçados Bibi. Fundada em 1949, a Calçados Bibi é referência no mercado de calçados infantis. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz cerca de 2 milhões de pares ao ano.

Presente em mais de 70 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3,5 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 100 lojas.

A marca de calçados infantis conquistou reconhecimento do setor a partir do trabalho que desenvolve com os calçados fisiológicos e no emprego de tecnologia da palmilha Fisioflex Bibi – que proporciona a sensação de andar descalço no seu público-alvo: as crianças.

Segundo o gerente de suprimentos da Calçados Bibi, Ismael Fischer, A Bibi sempre buscou ser uma empresa que trabalha com foco em questões sustentáveis. Mas foi em 2013 que a empresa aderiu ao Programa Origem Sustentável. Na ocasião, a marca já atendia acima de 76% dos indicadores obrigatórios, conquistando o Selo Bronze. Dois anos depois obteve o Selo Prata, o atendimento acima dos 76% de indicadores obrigatórios e 69% de indicadores muito importantes.

Em 2016, a empresa foi novamente auditada, obtendo o Selo Ouro, comprovado pelo atendimento superior aos 76% de indicadores obrigatórios, 69% de indicadores muito importantes e acima de 34% de indicadores desejáveis. Já em novembro de 2018, a Bibi obteve o Selo Diamante, que é o mais alto nível do programa. Por meio deste selo, a marca demonstrou que além de atender aos requisitos do Selo Ouro, também comprovou a evolução em seis indicadores nos últimos dois anos. Estes indicadores apontam melhorias em questões ligadas à gestão de resíduos, substituição de adesivos químicos por base água, utilização de componentes e embalagens recicladas e recicláveis, e a incorporação da sustentabilidade no planejamento estratégico da empresa.

A empresa tem o “Projeto Bibi não Tóxico” que desenvolve e monitora fornecedores e processos industriais: são 125 fornecedores e 2.650 materiais monitorados, por coleção, para que todos os calçados sejam produzidos com materiais não tóxicos a saúde de crianças de 0 a 9 anos e a aquisição de energia elétrica oriunda de fontes sustentáveis.

A empresa fechou o ano de 2018 com 110 unidades em operação, sendo quatro delas internacionais. A marca registrou um aumento de 4% na rede de franquias, além de implantar 13 novas unidades em diferentes estados brasileiros.

Edição: Martha Imenes

Do Rio para NY: Cufa fará programação especial no Bronx

Do Rio para NY: Cufa fará programação especial no Bronx

Por Viviane Faver
Especial de NY

NOVA YORK (EUA) – A Central Única das Favelas (Cufa) promete agitar os meses mais quentes em Nova York, nos Estados Unidos, com programas voltados à inclusão social e aprendizado de jovens e adultos por meio das artes. Em abril, início da primavera, a Cufa Bronx vai realizar o Saturday Program, programa de sábado em português, um pool de atividades ministradas por professores voluntários que ensinam capoeira, dança, artes, grafite, música e esportes. As atividades são resultado da parceria entre a Cufa de NY, situada no Bronx, e a Organização Não-Governamental (ONG) Wham, que fica no Harlem, ambas em Nova York.
A exemplo do programa realizado em 2017, o Saturday Program, que esse ano leva o nome Ode to the Bronx (Tributo ao Bronx), será realizado no Centro Cultural Andrew Freedman Home, que fica na 1125 Grand Concourse, Bronx -NY. O programa, que começa em abril, é destinado a jovens e adultos. E, segundo o diretor da Cufa de Nova York Luís “Eli Efi” da Silva, o programa não é somente para crianças, mas sim para toda família, com atividades que vão desde capoeira, dança, artes, grafite e música.
“A nossa ideia sempre foi que pais e mães participassem das atividades com os filhos. Muitas vezes o problema familiar não é só com o jovem, ele abrange toda família. Por isso é importante essa integração”, avalia Eli Efi. “Em outras ocasiões percebemos que alguns jovens, por serem reprimidos dentro de casa, apresentam dificuldade de se expressar e isso cria uma distância muito grande entre pais e filhos”, acrescenta.
Todos os participantes ganham certificado na conclusão dos cursos. O projeto que vai para sua terceira edição, começou em 2017 com 85 participantes. A maioria africanos e latinos, moradores do Bronx e arredores. Vale lembrar que a Cufa está em NY desde 2015.

CAMPEONATO DE FUTEBOL
O segundo projeto agendado para este verão, que em Nova York começa em junho, é o campeonato infantil de futebol. Em um primeiro momento a disputa será no jardim do centro cultural, onde funciona o escritório da Cufa.
“Pretendo no futuro fazer intercâmbio com crianças daqui e do Brasil. E realizar a Taça das Favelas – que é um projeto que funciona na Cufa do Brasil – aqui com a final no Yankee Stadium”, sonha o diretor da Cufa NY, que quando chegou nos EUA foi professor de futebol numa escola pública e seu time ganhou três vezes.
O principal desafio na Cufa de NY é conseguir fazer com que esses projetos de verão se tornem permanentes. Para isso eles ainda correm atrás de suporte de alguma fundação ou uma resposta de um sponsor em potencial.
Segundo o diretor da Cufa, a ONG não recebe ajuda de custo do Brasil e todos os programas no momento são feitos por voluntários e doações. As famílias participantes trazem comidas feitas por elas como pagamento das aulas.
O sonho de Luís “Eli Efi” da Silva é um dia poder oferecer um programa de música para crianças com aulas de violino, piano e produção musical, exigindo em troca, que elas tenham notas boas na escola. “O evento é uma oportunidade para a Cufa exportar e democratizar o acesso internacional à sua tecnologia social única no mundo. Além disso, será possível importar novas idéias e gerar debates sobre o papel da cultura popular, do esporte comunitário, do empreendedorismo social e do empoderamento de moradores de favelas e periferias como armas poderosas contra o preconceito social e a discriminação racial”, diz Luís.

ARTIST MOVEMENT
Eli Efi foi responsável por iniciar, em 2017, o “Artist Movement”, movimento de inclusão social onde os participantes têm aula de artes para crianças, cursos de DJ’s e “open mic”, aquela batalha onde rappers mostram suas rimas, para futuros MC’s.
Ele diz que o programa do ano passado teve um gosto especial: crianças vindas do Foster Care (entidade que cuida de crianças afastadas dos pais, na maioria presos pela imigração) participaram do Artist Movement. “Algumas crianças já estavam meses sem ver os pais. Por isso, as elas criaram um apego com o programa e quando falamos que íamos terminar elas choraram tanto que decidimos estender o programa até cinco meses. O término foi bem difícil e me tocou muito”, finaliza.
Antes da Cufa, Luís, que já tem cinco álbuns de hip hop lançados no Brasil com grupo DMN, já fazia trabalho social dando aula de percussão e futebol para crianças. Com o convite da Cufa Brasil viu a oportunidade de fazer o mesmo em Nova York.
A Cufa está presente em 27 países e hoje se consolida como uma das maiores organizações de jovens, oriundos das favelas no mundo, mobilizando de forma direta cerca de 80 mil pessoas por ano. Entre eles crianças, adolescentes, jovens, adultos e idosos.

SERVIÇO
CUFA BRONX NY
LOCAL: Andrew Freedman Home
1125 Grand Concourse, Bronx, NY 10452
Contato: cufabronxnyc@gmail.com

Edição de Martha Imenes

Black Friday: promoções atraem consumidores. Especialistas dão dicas de como não cair em furada

Black Friday: promoções atraem consumidores. Especialistas dão dicas de como não cair em furada

Por Martha Imenes
Com Edda Ribeiro/ODIA

A sexta-feira promete! Um dos eventos mais aguardados pelo varejo, a Black Friday, está às portas e consumidores estão ávidos para aproveitar os descontos, que vão de roupas, acessórios, eletroeletrônicos, cursos, serviços, como o DogHero, e até viagens. E na véspera da Black Friday, dia 22, o Supermercados Guanabara lança a Black Fraldas, e o consumidor vai poder comprar fraldas, lenços umedecidos, papinha e outros itens infantis 50% mais baratos.
Nos shoppings Nova América, Nova Iguaçu, Boulevard, Botafogo Praia e Madureira, por exemplo, as ofertas vão chegar a 90%. Por meio de interação de realidade virtual, os clientes vão poder ‘capturar’ itens, como a Air Fryer Philips Walita por R$ 89,90 e o Celular Moto E5 Play por R$200. Mas atenção: é preciso baixar no celular o aplicativo de cada shopping.
Para quem aguarda uma oportunidade para viajar e estudar, a 3RA Intercâmbio dará descontos de até 75% em cursos de línguas, programas e consultoria educacional e seguro saúde no Canadá. O Brasas oferece 50% em mensalidades para aluno novo, de 22 a 24 de novembro, até 12h.
Agora quem está na pilha de viajar terá desconto de até R$ 500 na operadora Juca Na Balada. Até o dia 23 de novembro serão mais de 20 opções de pacotes de viagens com descontos de R$100 a R$500. Entre as principais ofertas estão: pacotes para o Réveillon e Carnaval 2019 com destino a Arraial do Cabo, Rio de Janeiro, Capitólio, Praia do Rosa e São Luiz do Paraitinga, além de diversos destinos internacionais como Cancún (Spring Break), Ibiza, Las Vegas, Machu Picchu e até para Barcelona pra assistir a concorrida Final da Champions League 2019.
Em todos os pacotes estão inclusos hospedagem, transportes, traslados e passeios, e têm como diferencial o conceito Open Bar presente em toda a viagem.

Aplicativo lança a Cherry Friday

O aplicativo DogHero – que conecta pais e mães de cachorro a passeadores e anfitriões – entra na onda da Black Friday e dá desconto de R$ 100 para clientes que anteciparem reserva de hospedagem para as festas de fim de ano.
Além desse desconto, os clientes que participarem da Cherry Friday, nome alusivo à Cereja, que é mascote do aplicativo, também ganham de presente uma semana de passeios de 30 minutos para o cãozinho. O benefício é limitado a clientes que moram na área de cobertura do serviço de passeios. No Rio ele está disponível para os bairros da Zona Sul, Barra e Tijuca.
O cliente pode marcar até cinco passeios de 30 minutos para um cachorro, em dias consecutivos, até o dia 21 de dezembro. Após fazer a reserva da hospedagem, o time responsável entrará em contato por e-mail para fazer o agendamento.
Para participar basta baixar o aplicativo, disponível para Android e iOS, e inserir o cupom na tela de pagamento. As reservas devem incluir a véspera de Natal (24/12) e/ou do Ano Novo (31/12). Mas atenção: o desconto é limitado a um uso por cliente. O desconto é válido para reservas pagas até o dia 30 deste mês e caso cancele o serviço ele perde o cupom de desconto.

Jin Jin dá desconto no temaki

A Jin Jin, tradicional rede de franquias especializada em culinária asiática, também entrou no ritmo da Black Friday. O consumidores poderão aproveitar, além das ofertas oferecidas pelas lojas nos shopping, as promoções da praça de alimentação. Na Jin Jin, na compra de um temaki Jin Jin de Salmão, Salmão Grelhado, Califórnia ou Ceviche, o cliente leva outro de mesmo sabor de graça.
Todas as unidades da rede participam da promoção. São quatro sabores mais tradicionais da rede à disposição do consumidor e preparados com ingredientes selecionados e fresquinhos.

Atenção redobrada

A Black Friday é uma tradição nos Estados Unidos, no qual se realiza grandes promoções na sexta-feira seguinte ao feriado de Ação de Graças. Mas como no Brasil não se comemora a data, o varejo viu uma oportunidade para ganhar uma grana extra: o pagamento do 13º salário, que normalmente tem a metade adiantada em 20 de novembro.
No entanto, o Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) alerta: cuidado para não cair em Black Fraudes e em enrascadas. “É importante controlar a ansiedade frente às ‘megaliquidações’ e preços aparentemente baixos e tomar alguns cuidados antes de sair comprando por aí”, adverte.
Os preços podem até parecer tentadores, mas é importante se planejar para não complicar o orçamento com a Black Friday. Logo depois da data, chega a hora de pagar o IPTU, o IPVA, a matrícula escolar, o plano de saúde. E dessas contas não dá pra se livrar.
“Para não gastar mais do que pode, a dica é fazer uma lista de produtos que precisa e que gostaria de comprar. Além disso, tente estabelecer um limite de gastos. Assim, saberá exatamente quanto da sua renda estará comprometida”, orienta o Idec.

PARA NÃO GASTAR MUITO – Apesar dos preços chamativos, é preciso resistir ao desejo de comprar demais. Especialista em varejo, Marco Quintarelli, em entrevista ao jornal O DIA, recomenda cautela, mesmo para quem pensa em aproveitar as promoções e garantir os presentes de Natal. “Custo benefício deve ser levado em conta em qualquer promoção. O consumidor realmente necessita desse produto? É preciso tomar cuidado, até mesmo com os parcelamentos”, orienta Quintarelli.

GOLPES NA INTERNET – O consumidor deve estar atento e driblar impostores para comprar golpes pela internet. A Federação Brasileira de Bancos alerta para sites, lojas online e e-mails falsos. Por esses meios, golpistas podem conseguir acesso a informações pessoais do consumidor, como CPF, número de cartões de crédito e dados bancários.

CONFIRA OS SITES – Para verificar a veracidade dos sites em que está comprando, é importante certificar se o endereço da página é o correto. Uma forma de fazer isso é digitar a URL no navegador ao invés de clicar no link. Quintarelli sugere que o consumidor dê preferência a lojas online que tenham sede física. Fazer uma pesquisa na área de Reclamação também ajuda a evitar possíveis problemas.

SALVAR DADOS – Na hora da compra online, imprimir ou salvar imagens da tela com os dados para ter provas é uma das orientações do Procon Carioca. Antes de finalizar, é ideal solicitar que o prazo de entrega seja registrado em nota fiscal, no pedido ou recibo.

RECLAMAÇÕES – Todo cuidado é pouco, e havendo problemas, reclamar é direito. Se o produto comprado na loja ou pela internet apresentar problemas, o consumidor tem 30 dias para reclamar, no caso de produtos não duráveis e, 90 dias, no caso de produtos duráveis.

DEVOLUÇÃO – O consumidor tem o prazo de sete dias, a partir do recebimento da mercadoria, para arrependimento. Ou seja, pode cancelar a compra e ter seu dinheiro devolvido. Não é necessário que o produto apresente defeito para gerar o direito de arrependimento e não é preciso justificar o motivo.

ATENDIMENTO – Caso não haja solução em até 30 dias, o consumidor pode exigir seu dinheiro de volta, a troca por outro produto equivalente ou pedir o abatimento proporcional do preço. É possível reclamar por meio do Facebook/Procon Carioca, www.rio.rj.gov.br/proconcarioca ou no telefone 1746.

 

Megamatte investe em responsabilidade social

Megamatte investe em responsabilidade social

Na sexta-feira, dia 9, a rede Megamatte vai fazer em todas as suas lojas a MegAção. Nesse dia parte das vendas dos mates orgânicos e guaraná natural é revertida para um projeto social. Depois, a rede dobra o valor arrecadado. Na oitava edição do projeto, a instituição beneficiada pela MegAção 2018 é o Projeto Culinária, da Associação Saúde Criança, uma organização social independente, que trabalha com metodologia inovadora e própria no atendimento a famílias em vulnerabilidade social, com criança doente em tratamento, nas unidades públicas de saúde.

O projeto presta um atendimento multidisciplinar a crianças com problemas de saúde gravíssimos e ao mesmo tempo oferece treinamento para que as mães dessas crianças possam aprender algo que possa gerar um renda extra em casa (culinária, corte e costura etc). O Saúde Criança está na 18ª posição entre as 500 melhores ONGS do mundo, de acordo com a avaliação da entidade suíça NGO Advisor.

A rede Megamatte também aderiu à Lei Municipal de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, também conhecida como Lei do ISS, apoiando em 2018 o projeto “Escolas de Música e Cidadania” da ONG Agência do Bem. Além do apoio financeiro, a empresa se aproximará do projeto e dos beneficiados por meio de encontros e ações pontuais ao longo do ano. O destaque do projeto é a Orquestra formada com os alunos destas Escolas.

Além disso, a rede também investiu na causa animal, quando assinou um termo com a ONG Mercy For Animals. A Megamatte se comprometeu a diminuir o uso da cadeia de insumos que sejam relacionados à locais que deixem animais presos (como galinhas em granjas, por exemplo) até 2025. Essas ações fazem parte do comprometimento com o Pacto Global da ONU, também assinado pela empresa no início de 2017.

O objetivo é cada vez mais investir em responsabilidade social e apoiar projetos que têm estes propósitos. “É preciso ajudar aqueles que precisam de um suporte, para que eles possam dar continuidade a seus projetos. Com a crise, muita gente não conseguiu manter os patrocínios. Eles precisam de nós”, destaca Julio Monteiro, CEO da rede Megamatte.